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domingo, agosto 24, 2003

 
a alegria dos meus filhos fez-me sentir muito feliz hoje. {

dito por isabel às 1:21:00 da manhã
}


sexta-feira, agosto 22, 2003

 
preocupa-me a escalada consumista dirigida às crianças. não há praticamente um sítio onde vamos com as crianças, onde não haja uma profusão de produtos, muito apelativos (e anunciados na tv! nos canais a elas dirigidos, como o panda), e que tornam a vida dos pais um pequeno inferno. nos últimos dias, além do gelado obrigatório, comprei uma data de coisas que não queria comprar: pastilhas com tatuagens, rebuçados dentro de um telemóvel de brincar, pão com chocolate com autocolantes de insectos, eu sei que mais...
recordo (com saudade!) quando a menina era pequenina o cuidado com que evitámos este tipo de consumos. depois, já nem sei bem como, lá veio a primeira pastilha (eu quase morri quando um dia no infantário, numa festa de anos, a encontrei com uma na boca), os primeiros refrigerantes, os chocolates, etc, etc. claro que o menino, 3 anos mais novo, aprendeu rapidamente a pedir (e com que persuasão!). se eu seguisse rigidamente o que acredito, não consumiamos nada destas coisas, mas às vezes (têm sido muitas), seja pela facilidade em acabar com uma discussão (geralmente em público), seja pela alegria momentânea que aquelas coisitas proporcionam, lá estou eu, a ceder... {

dito por isabel às 2:07:00 da manhã
}

 
o meu filho quer desesperadamente o boneco do incrível hulk, acorda a falar do hulk e antes de dormir tenta fazer-me prometer que é já amanhã que vamos comprar o terrível boneco. eu não prometo nada mas com tanta insistência, interrogo-me até onde devo ir na negação dessa insignificância que parece ser tão significante para ele.

em todo o caso, vou primeiro passar numa dessas lojas chinesas, que até pode ser que com 1,5 € resolva a situação {

dito por isabel às 1:40:00 da manhã
}


terça-feira, agosto 19, 2003

 
Hotspot - educação...
Há quem ache (e várias pessoas acham...) que eu sou muito duro com o Tomás no que respeita à sua educação. Por "muito duro" entenda-se, demasiado exigente e demasiado severo.
Com alguma relutância, sou obrigado a concordar...
Eu sou um perfeccionista, e os perfeccionistas, como toda a gente sabe, depois dos terroristas, dos ditadores, dos psicopatas perversos e assassinos, dos políticos portugueses, dos ladrões, dos ganaciosos e dos avarentos, são a pior espécie de pessoas que existe.
Mas a minha experiência relacional com as pessoas e com as coisas do mundo, diz-me que nós passamos pela vida montados numa espécie de balança - a balança das compensações e das descompensações. Quando a balança pesa demasiado para o lado compensador podemos ter que enfrentar alguns tipos de problemas, quando pesa demasiado para o lado descompensador, enfrentamos outro tipo de problemas diferentes. Assim, o ideal seria que para cada lado mau ou descompensador de uma vivência, existisse simultaneamente um lado bom e compensador...
A questão da justiça ou injustiça das minhas performances pedagógicas não se coloca concretamente, porque o Tomás ainda é muito pequenino. Terei que lidar com isso um pouco lá mais para a frente... Deste modo, acho que a questão se pode colocar da seguinte forma: não vale muito a pena tentar ser menos exigente e menos severo (posso sempre tentar um bocadinho... mas com este feitio de cão não hei-de ir muito longe por aí...), por isso acho que a minha preocupação primordial deve ser a de criar um espaço (ou não destruí-lo, porque já existe) para que o Tomás se sinta seguro de si próprio e amado por mim. Porque eu continuo a acreditar que uma pessoa que cresça segura de si própria e (bem) amada, aguenta de forma saudável uns piparotes do pai e os coiçes da vida... mas, e se eu estiver enganado?

*

Mais ou menos a propósito: os filhos não trazem manual de instruções, nem podemos fazer updates pela internet, nós também não temos o nosso próprio manual de instruções (e quem me dera às vezes saber como lidar comigo mesmo - trazemos uma tecla de "delete" mas não queremos verdadeiramente usá-la sobretudo quando já temos filhos atrás), as relações são bidireccionais pelo que nós também temos que nos dar a conhecer a eles, tal qual como somos, além de pais dedicados, pedagógicos e perfeitos, enfim, para que eles aprendam a lidar connosco no "mundo real"... o erros são inevitáveis... e só a violência e a falta de amor podem ser verdadeiramente condenáveis (e mesmo aí, não sou eu que gostaria de vestir a peruca de Juíz)... as relações entre as pessoas são imperfeitas por natureza e de forma incontornável... o êxito destas relações é sempre contingente e nós não podemos controlar tudo... as relações de sangue são muito fortes - para o melhor e para o pior... como diria um bom desportista: prognósticos só no fim e vou tentar dar o meu melhor, qu'isto não há teoria que nos valha... {

dito por Rui às 9:57:00 da manhã
}


domingo, agosto 17, 2003

 
no médico explica encontrei referência a artigo no Portugal Digital da autoria de Tatiana Alegria, acerca de congestão, ou da desmistificação da congestão.
um conselho que saliento:
"... a necessidade de entrar na água devagar para que o corpo se habitue à baixa temperatura"

importante passar esta mensagem aos nossos filhos.
chocou-me recentemente o caso de um rapaz de 17 anos, que depois de um jogo de futebol de praia com amigos, foi tomar banho no mar e morreu de imediato. parece-me que entrar na água de uma vez, é um comportamento socialmente valorizado. para mim é uma violência escusada (e perigosa).
{

dito por isabel às 12:55:00 da manhã
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segunda-feira, agosto 11, 2003

 
decidi acabar com as sestas das crianças! um hábito que eu muito prezo, mas que se estava a tornar numa batalha diária...

(e depois comecei a lembrar-me da tortura que era para mim ter que dormir à tarde nas férias quando eu era pequena) {

dito por isabel às 5:33:00 da tarde
}